Conjugação dos verbos auxiliares

 

Ao nos referirmos aos verbos concebidos com auxiliares, sabemos que estes constituem as formas verbais compostas, isto é, aquelas formadas por um verbo auxiliar e um principal, sendo que este é sempre expresso no infinitivo, gerúndio ou particípio. Representando tal classe, citamos os verbos “ser”, “estar”, “ter” e “haver”. 

De tal forma, temos que estes, assim como tantos outros, são dotados de traços peculiares, aos quais devemos sempre nos atentar. Assim, dada a sua importância, verifiquemos acerca do modo pelo qual são conjugados, levando-se em consideração os aspectos pertinentes aos tempos do modo indicativo. Dessa forma, vejamos: 

Tempo presente do modo indicativo:



Pretérito Imperfeito 


Pretérito perfeito


Pretérito mais-que-perfeito 


Futuro do presente


Futuro do pretérito

 

 

 

Conjugações verbais – casos que merecem destaque - parte I

 

Ao nos atermos à classe gramatical representada pelos verbos, um aspecto sempre deve ser levado em consideração: o fato de que esta se apresenta como sendo a que mais se perfaz de peculiaridades, quando comparada, obviamente, às características das outras. 

E por nelas ressaltar, há uma em especial que requer de todo usuário da língua determinadas habilidades no sentido de conhecê-la bem, tendo em vista suas primordiais características. Estamos falando das conjugações verbais. 

Portanto, em virtude da tamanha importância de estarmos aptos a desenvolver tais competências, o artigo em questão tem por finalidade apontar acerca de algumas delas, consideradas extremamente relevantes para uma análise um tanto quanto minuciosa. 

Desta forma priorizaremos, a princípio, as formas verbais relacionadas somente à primeira conjugação, dando enfoque principal ao verbo “aguar”:

Modo indicativo:




Modo subjuntivo:



Modo imperativo:



Infinitivo pessoal:



Formas nominais:

 

 

 

Conjugações verbais – casos que merecem destaque – Parte II

Ao nos atermos ao sentido expresso pela palavra “conjugar”, de imediato devemos compreender que se trata das muitas formas que o verbo pode assumir no momento em que é conjugado. Estas formas dizem respeito às chamadas flexões, estando estas submetidas a um modelo convencional denominado de paradigma – indicando que as formas verbais obedecem a um padrão regular, ou seja, sem apresentar alterações no radical, denominadas de regulares. 

Contudo, há também aquelas formas que fogem a este convencionalismo, resultando daí nas várias classificações a que os verbos pertencem. Desta forma, podem ser considerados como irregulares, anômalos, defectivos e abundantes, cada qual assumindo características próprias. 

Assim sendo, estarmos cientes do modo como estas características se revelam é sinal de nossa competência linguística. Para tanto, no intuito de aperfeiçoá-la cada vez mais, priorizaremos algumas conjugações, as quais merecem total atenção de nossa parte, levando-se em conta todos os mecanismos da relação existente entre os tempos primitivos e derivados. Neste sentido, enfatizaremos todos os verbos que representam a ocorrência em destaque, porém, conjugaremos apenas alguns deles. 

Entre eles destacamos: 

Verbos condizentes à primeira conjugação: 

*nomear e seus derivados, tais como: apear, atear, cear, folhear frear, passear, bloquear, hastear, lisonjear, estrar, arrear, semear, vadear, etc. - variam no radical, recebendo, nas formas rizotônicas, o “i” depois da vogal. 

Modo indicativo (verbo nomear)


Presente – nomeio, nomeias, nomeia, nomeamos, nomeais, nomeiam.
Pretérito prefeito – nomeei, nomeaste, nomeou, nomeamos, nomeastes, nomearam.
Pretérito imperfeito – nomeava, nomeavas, nomeava, nomeávamos, nomeáveis, nomearam. 
Pretérito mais-que-perfeito - nomeara, nomearas, nomeara, nomeáramos, nomeáreis, nomearam. 
Futuro do presente: nomearei, nomearás, nomeará, nomearemos, nomeareis, nomearão. 
Futuro do pretérito: nomearia, nomearias, nomearia, nomearíamos, nomearíeis, nomeariam. 

Subjuntivo

Presente – nomeie, nomeies, nomeie, nomeemos, nomeeis, nomeiem. 
Pretérito imperfeito – nomeasse, nomeasses, nomeasse, nomeássemos, nomeásseis, nomeassem. 
Futuro – nomear, nomeares, nomear, nomearmos, nomeardes, nomearem.

Imperativo

Afirmativo – nomeia, nomeie, nomeemos, nomeai, nomeem. 
Negativo – não nomeies, não nomeie, não nomeemos, não nomeeis, não nomeiem. 

Infinitivo pessoal – nomear, nomeares, nomear, nomearmos, nomeardes, nomearem. 

Gerúndio – nomeando

Particípio – nomeado

* variar, mediar, ansiar, remediar, incendiar, odiar- Sendo que os quatro últimos recebem a intercalação da vogal “e” nas formas rizotônicas. 

* mobiliar – uma vez que é regular na escrita e irregular na pronúncia, pois dos verbos terminados em “-iliar” é o único em que o primeiro “i” é tônico nas formas rizotônicas. Este verbo também admite a forma mobilhar. 

* voar, magoar, soar, abotoar, abençoar, perdoar. 

* averiguar, apaziguar – No presente do indicativo e subjuntivo e nos dois imperativos o “u” tônico aparece assinalado. 

* dar, desdar (desatar nó), redar e saudar, sendo que neste último o “u” tônico recebe acento agudo.


* Verbos pertencentes à segunda conjugação: 



* dizer, bendizer, condizer, contradizer, desdizer, entredizer, maldizer, predizer, redizer – a segunda pessoa do singular do imperativo admite duas formas, como, por exemplo: dize e diz. 

* jazer – este é irregular só na terceira pessoa do singular do presente do indicativo, uma vez que não apresenta a desinência “-e”. A segunda pessoa do imperativo apresenta duas formas: jaze e jaz. 

* trazer – a segunda pessoa do singular do imperativo afirmativo apresenta duas formas: traze e traz. 

*caber – por sua significação não apresenta formas no imperativo.
crer, descrer, ler – na primeira pessoa do singular do presente do indicativo introduz-se a vogal “i” depois da letra “e” do radical.

*moer, esmoer (mastigar), corroer, remoer, roer - verbos que perderam o acento depois da reforma ortográfica. Por exemplo: moo, corroo, roo. 

*perder, cujo radical “perd” muda para “perc” na primeira pessoa do singular do presente do indicativo e nas formas dela derivadas. 


Modo indicativo (verbo perder) 


Presente – perco, perdes, perde, perdemos, perdeis, perdem.
Pretérito perfeito – perdi, perdeste, perdeu, perdemos, perdestes, perderam. 
Pretérito imperfeito – perdia, perdias, perdia, perdíamos, perdíeis, perdiam. 
Pretérito mais-que-perfeito – perdera, perderas, perdera, perdêramos, perdêreis perderam.
Futuro do presente – perderei, perderás, perderá, perderemos, perdereis, perderão. 
Futuro do pretérito – perderia, perderias, perderia, perderíamos, perderíeis, perderiam. 

Subjuntivo 

Presente – perca, percas, perca, percamos, percais, percam.
Pretérito imperfeito – perdesse, perdesses, perdesse, perdêssemos, perdêsseis, perdessem. 
Futuro – perder, perderes, perder, perdermos, perderdes, perderem. 

Imperativo 

Afirmativo – perde, perca, percamos, perdei, percam.
Negativo – não percas, não perca, não percamos, não percais, não percam. 

Infinitivo pessoal – perder, perderes, perder, perdermos, perderdes, perderem. 

Gerúndio – perdendo

Particípio – perdido

*poder – Em virtude de seu significado, não possui os dois imperativos. 

* querer, bem-querer, desquerer e malquerer.

* requerer – não se conjuga como o verbo querer, uma vez que a segunda pessoa do singular do imperativo afirmativo apresenta duas formas: requer e requere. 

*valer, desvaler e equivaler – neles a irregularidade se encontra manifestada na 1ª pessoa do singular do indicativo e nas formas dela derivadas (valho, valha).

* Pôr – Este verbo perdeu a vogal temática “e” a qual figurava na forma arcaica representada por “poer”, razão pela qual pertence à segunda conjugação. Semelhantemente a ele também se conjugam todos seus derivados: antepor, apor, compor, contrapor, decompor, dispor, expor, justapor, propor, repor, sobrepor.


Verbos pertencentes à terceira conjugação: 

* cair, abstrair, decair, distrair, sair, sobressair. 

* cobrir, descobrir, encobrir, dormir, engolir e tossir - Tais verbos trocam a letra “o” por “u” na 1ª pessoa do singular do presente do indicativo e nas formas dela derivadas (cubro, cubra). 

* mentir, consentir, desmentir, ressentir e sentir – estes verbos trocam o “e” pelo “i” na 1ª pessoa do presente do indicativo e nas formas dela derivadas. 

* polir, sortir – estes verbos são irregulares apenas no presente do indicativo e subjuntivo e nos dois imperativos, em cujas formas rizotônicas a letra “o” do radical muda para “u”. 

* ir - verbo em que os dois presentes e os dois imperativos apresentam a mesma forma para a 1ª pessoa do plural (vamos) e para a 3ª pessoa do plural (vamos). 


Modo indicativo (verbo ir) 


Presente: vou, vais, vai, vamos, ides, vão.
Pretérito perfeito – fui, foste, foi, fomos, fostes, foram.
Pretérito imperfeito – ia, ias, ia, íamos, íeis, iam. 
Pretérito mais-que-perfeito - fora, foras, fora, fôramos, fôreis, foram
Futuro do presente – serei, serás, será, seremos, sereis, serão. 
Futuro do pretérito – seria, serias, seria, seríamos, seríeis, seriam. 

Subjuntivo

Presente – vá, vás, vá, vá, vamos, vades, vão. 
Pretérito imperfeito – fosse, fosses, fosse, fôssemos, fôsseis, fossem. 
Futuro – for, fores, for, formos, fordes, forem

Imperativo

Afirmativo – vai, vá, vamos, ide, vão
Negativo – não vás, não vá, não vamos, não vades, não vão

Infinitivo pessoal – ir, ires, ir, irmos, irdes, irem

Gerúndio – indo

Particípio – ido

* ouvir, pedir, desimpedir, expedir, impedir, medir – Estes verbos trocam a consoante do radical para “ç” na 1ª pessoa do singular do presente do indicativo e nas formas dela derivadas (ouço, ouça, meço, meça). 

* aderir, advertir, despir, digerir, divergir, ingerir, prosseguir, entre outros. Nesses, a vogal “e” do radical altera-se para “i” na 1ª pessoa do singular do presente do indicativo e nas formas dela derivadas. 

*bulir, acudir, consumir, cuspir, fugir, sacudir, subir e sumir – Neles, a letra “u” do radical altera-se para “o” (representado por um som aberto) na 2ª e 3ª pessoa do singular e na 3ª do plural do presente do indicativo (boles, bole, bolem). Algo semelhante ocorre com a 2ª pessoa do singular do imperativo afirmativo.

 

Pretérito Perfeito e Imperfeito: marcas distintivas

 

O pretérito perfeito e o imperfeito são caracterizados por marcas distintivas, necessárias ao nosso conhecimento
O pretérito perfeito e o imperfeito são caracterizados por marcas distintivas, necessárias ao nosso conhecimento

Trilhando pelo universo dos verbos, muitas vezes nos deparamos com algumas trajetórias sinuosas, outras nem tanto. Outras vezes optamos por “desvios” nem sempre recomendados, os quais somente dificultam nossa compreensão acerca dos traços que demarcam esta vasta, importante e utilíssima classe gramatical.

A título de ilustrarmos tal afirmativa, podemos mencionar as vezes em que optamos pela famosa “decoreba”, como se fosse uma fórmula pronta e acabada, sobretudo em se tratando dos tempos e modos. Na verdade, tal procedimento não cabe à situação, haja vista a necessidade de compreendê-los na sua essência – tamanha é sua importância e recorrência em todas as circunstâncias comunicativas do dia a dia.

Assim, com base nesse pressuposto, valemo-nos dos pressupostos que demarcam o pretérito perfeito e imperfeito, no sentido de compreendermos e fazermos valer essa verdade. Atentemo-nos a alguns detalhes:

* O pretérito perfeito representa um processo verbal que exprime um fato passado não habitual; ao contrário do imperfeito, que exprime o fato habitual, rotineiro. Vejamos, pois, os exemplos em questão:

Todas as vezes em que a via, parabenizava-a. ═ pretérito imperfeito

Todas as vezes em que a vi, parabenizei-a. ═ pretérito perfeito 

* O pretérito perfeito, diferentemente do imperfeito, indica a ação momentânea, determinada no tempo. Já o imperfeito exprime a ação durativa, não limitada no tempo. Para que possamos estabelecer as diferenças, comparemos ambos os exemplos, os quais seguem expressos:

Em casa estudava a lição que seus professores a ensinavam e fazia exercícios constantemente, a fim de treinar os conhecimentos adquiridos. ═ pretérito imperfeito 

Em casa estudou a lição que seus professores a ensinaram e fez exercícios constantemente, a fim de treinar os conhecimentos adquiridos. ═ pretérito perfeito

 

Conjugando verbos constituídos de pronomes oblíquos

No intuito de não desvencilharmos dos postulados regidos pelos estudos gramaticais, eis que nos propomos a conhecer acerca das características inerentes a mais um fato linguístico. Desta vez, voltemos nossa atenção para o estudo dos verbos que se constituem dos pronomes oblíquos. 
Para tanto, analisemos alguns enunciados, como estes que seguem: 




Atendo-nos a uma análise mais criteriosa, percebemos que cada pronome oblíquo foi descrito de uma forma diferente, tendo em vista a terminação do verbo a que se encontra relacionado. Tal aspecto nos faz crer que suas características estão submetidas a regras pré-determinadas – passíveis de se integrarem aos nossos conhecimentos e, consequentemente, postas em prática, levando em conta as distintas circunstâncias de interlocução. 

Mediante tais pressupostos, verifiquemo-las, portanto: 

* No caso de o verbo terminar em sílaba nasal (-am, -em e –ão), os pronomes assumem as seguintes formas: no, na, nos, nas. 

Acusaram-na de infiel.
Este livro, põe-no dentro da mochila. 



* Quando o verbo termina em “r”, “s” ou “z”, estas consoantes desaparecem e passam a assumir as formas expressas por “lo, la, los, las”.

Fi-lo resistir a todas as ofensas. 
As respostas, analisemo-las com atenção. 



* Quando o verbo termina em vogal oral, normalmente o pronome passa a assumir as formas retratadas por “o, a, os, as”. 

Os presentes, aceite-os com todo carinho. 
O carro, comprei-o com todo esforço possível. 



* Quanto se tratar de verbos expressos no futuro do presente ou no futuro do pretérito, as formas “lo, la, los, las” aparecem intercaladas. 

Recebê-la-emos com toda satisfação. 
Convidá-lo-emos com todo orgulho. 



* No que se refere aos pronomes “me, te, se, nos, vos”, estes não recebem nenhuma alteração. 

Diga-me o que realmente ocorreu. 
Acompanhe-nos nesta caminhada.

 

Gerúndio... Gerundismo? Uma análise linguística

Uma forma nominal entrecruzando-se com um modismo vocabular... Não é mesmo que esta “onda” já pegou? Tal ocorrência revela somente mais um dos hábitos a que os falantes se apegam sem ao menos se dar conta de que, perante o padrão formal da linguagem, são tidos como errôneos.

Abnegando-se de quaisquer intenções de natureza categórica, há que se mencionar que este “fenômeno” se evidencia em várias esferas da sociedade, seja em instituições bancárias, empresariais, educacionais, nas conversas proferidas ao telefone, naquelas informais do dia a dia, e acredite... até mesmo nas formais, mais precisamente na escrita...

Situações corriqueiras como:

Mas afinal, onde reside a incoerência?

O fato é que precisamos estar cientes de que o gerúndio se caracteriza como uma forma nominal aplicável em várias circunstâncias, desde que condizente como tal, ou seja, para expressar uma ação em curso ou uma ação simultânea a outra, ou para exprimir a ideia de progressão indefinida. Portanto, os presentes enunciados carecem de uma reformulação, cuja maneira assim se evidenciaria:

Desta forma, ao fazer uso do gerundismo, a ideia expressa pelo falante não se revela pela noção de simultaneidade, mas sim pelo fato de denotar uma ação específica, na qual esta continuidade torna-se desprezível, como em: “Vou estar transferindo”. “Vou transferir” retrata uma ação que vai ocorrer deste momento em diante, enquanto que dito de outra forma (Vou estar transferindo) se refere a um futuro em andamento – daí a recusa da “permanência no tempo” (continuidade).

Diante de tais pressupostos, torna-se essencial que entendamos acerca das características às quais o gerúndio se refere, uma vez que se trata de uma forma nominal constituída por um verbo auxiliar (ser, estar, dentre outros) acrescido de um outro verbo cuja terminação se define por -NDO. Tornando-se viável mediante enunciados semelhantes a:

É bem provável que amanhã estará chovendo, razão pela qual não iremos à praia.

Andam dizendo por aí que não mais voltarei, enganam-se por demais.

O tempo ia passando e nada de encontrarmos solução para aquele problema.

Aos poucos você vai se acostumando com a ideia de perdê-lo.

 

Flexões verbais

 

 

Dentre todas as classe gramaticais, a que mais se apresenta passível de flexões é a representada pelos verbos. Flexões estas relacionadas a:

Pessoa– Indica as três pessoas relacionadas ao discurso, representadas tanto no modo singular, quanto no plural.

Número – Representa a forma pela qual o verbo se refere a essas pessoas gramaticais.

Por meio dos exemplos em evidência, podemos constatar que o processo verbal se encontra devidamente flexionado, tendo em vista as pessoas do discurso (eu, tu, ele, nós, vós, eles).

Tempo – Relaciona-se ao momento expresso pela ação verbal, denotando a ideia de um processo ora concluído, em fase de conclusão ou que ainda está para concluir, representado pelo tempo presente, pretérito e futuro.

Modo – Revela a circunstância em que o fato verbal ocorre. Assim expresso:

Modo indicativo – exprime um fato certo, concreto.
Modo subjuntivo – exprime um fato hipotético, duvidoso.
Modo imperativo – exprime uma ordem, expressa um pedido. 


Para que possamos constatar acerca de todos esses pressupostos, basear-nos-emos no caso do verbo cantar, tendo em vista o modo indicativo.

Modo Indicativo

Verbo Cantar

Voz 

A voz verbal caracteriza a ação expressa pelo verbo em relação ao sujeito, classificada em:

Voz ativa – o sujeito é o agente da ação verbal.

Os professores aplicaram as provas.

Voz passiva – o sujeito sofre a ação expressa pelo verbo.

As provas foram aplicadas pelos professores. 

Voz reflexiva – o sujeito, de forma simultânea, pratica e recebe a ação verbal.

O garoto feriu-se com o instrumento. 

Voz reflexiva recíproca – representa uma ação mútua entre os elementos expressos pelo sujeito.

Os formandos cumprimentaram-se respeitosamente.

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Vozes do verbo -  Compreenda como se materializa esta ocorrência linguística.

Tópico: VERBOS

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